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Criatividade . Empreendedorismo . Marca Pessoal

Como criar a minha marca pessoal?

Criar uma marca pessoal pode ser fundamental para o teu crescimento profissional, mas centra-se acima de tudo na descoberta de quem és, de como queres que te vejam e do porquê de fazeres o que fazes.

A tua marca é o que as outras pessoas dizem sobre ti quando não estás na sala.

– Jeff Bezos, CEO & fundador da Amazon

De certeza que em algum momento da tua vida tiveste de sair mais cedo de um evento, duma festa, dum café com amigos. Nesses momentos, é provável que tenhas saído a pensar que iriam falar sobre ti.

[Nem vale a pena dizeres que isto nunca aconteceu. Se nunca pensaste sobre isto, confia em mim – eventualmente já falaram sobre ti nas tuas costas. Mas atenção, isto não significa que falaram mal. Mas será que disseram o que gostarias de ouvir? ]

  • O que gostavas que dissessem?
  • Como gostavas que te descrevessem?
  • O que achas que seria interessante destacarem?

Normalmente, não paramos para pensar sobre estas coisas. Mas, talvez, se isto fosse comum seríamos melhor resolvidas/os connosco, mais capazes de comunicar com os outros e menos inseguras/os em relação às opiniões alheias. Digo eu.

Criar uma marca pessoal não é só importante para nos definirmos junto de um público que não nos conhece. Pensar na nossa marca pessoal pode ajudar-nos a explicar de forma mais clara, assertiva e simples aquilo que fazemos, quem somos e quais são os nossos valores – inclusive a quem é mais próximo.

Sabermos comunicar quem somos é meio caminho andado para sermos mais confiantes, seguras/os e realizadas/os.

Por isso, olharmos para nós próprias/os como uma marca é, no fundo, prepararmos a nossa imagem, comunicação e acção para transmitir aos outros aquilo que queremos que efectivamente pensem sobre nós. Para que, no fim, digam aquilo que gostaríamos de ouvir.


Ok. Então, por onde começar? Por aqui:

1. Quem és? O que és?

Antes de tudo o mais, agarra num papel e numa caneta.

Faz uma lista e (sem complexos!!) organiza por tópicos pequenas descrições tuas – quem és, o que te descreve. Usa “chavões”, “etiquetas”, aqueles conceitos gerais com que te identificas. Coloca-te, literalmente, em caixas.

2. Como queres ser reconhecida/o?

Depois, noutra página, descreve como gostarias de ser vista/o. O que gostarias que dissessem sobre ti quando não estás presente.

Isto é mais sobre quem queres ser do que necessariamente quem és.

É um processo, ok? Por isso, escolhe palavras que definam a melhor versão de ti, no teu entender.

Por exemplo, eu tenho como referência algumas palavras que me ajudam a descrever como quero ser vista pelos outros: empreendedora, criativa, feminista, etc. 

Usa palavras simples, conceitos gerais que estejam na memória das pessoas, “chavões” que sejam utilizados e que queres que estejam associadas à tua imagem.

Em que caixas queres que te coloquem?

Na prática é isto. Usamos frases feitas, ideias previamente definidas, conceitos gerais, caixas com etiquetas que dão para uma imensidão de coisas, mas estamos sempre a catalogar-nos uns aos outros. É assim. Talvez por ser mais prático, por ser mais rápido, por uma questão de organização. Não importa o motivo, o que é certo é que há etiquetas que nos fazem mais ou menos sentido segundo a nossa personalidade, valores e objectivos.

Escolhe as etiquetas que queres que te colem.

3. Encontra o teu “porquê”.

O que torna diferente, o que te torna única/o é isto – é o teu porquê. É a razão de fazeres o que fazes, de seres quem és, de estares onde estás. É o que te trouxe até aqui, mas acima de tudo, o que justifica o teu caminho, que te leva onde queres ir. É o teu propósito.

Sendo o mais cliché possível: qual é a razão da tua vida?

Se entenderes o que te motiva, o que te apaixona, o que te move; Se descobrires como transmitir isso aos outros de forma clara, simples e objectiva, vais ser muito mais cativante, interessante e relevante. Vais tocar as pessoas, envolvê-las, levá-las para a tua realidade. Vão perceber o teu lado, o motivo de fazeres tudo o que fazes, vão compreender a “big picture“.


Por exemplo:

O meu propósito é: ajudar mulheres empreendedoras a serem protagonistas das suas vidas, criando negócios online e conquistando a vida com que sempre sonharam.

Em resumo: quero ajudar-te a ser uma verdadeira rockstar.



E tu? Qual é o teu propósito? Porquê que fazes o que fazes?

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